
Do total de R$ 69,946 bilhões contingenciados pela União, os cortes no Ministério da Saúde chegaram a R$ 11,774 bilhões. “Os programas que são prioridade estão totalmente preservados. Isso (o corte no orçamento) não comprometerá o funcionamento do sistema”, disse o ministro.
Segundo Chioro, pela primeira vez nos últimos 14 anos, o Ministério contará com R$ 3 bilhões a mais do que a recomposição anual do orçamento, calculada com base nos gastos do ano anterior, somados à inflação e à variação nominal do PIB no período.
“Será um ano difícil, naturalmente, porque é necessário um ajuste na economia. Mas nós daremos nossa contribuição sem afetar o atendimento, sem afetar qualquer prioridade”, afirmou, citando como exemplos os programas Mais Médicos e Farmácia Popular, além do apoio às Santas Casas.(Uol)