No Salão do Chocolate de Paris, governador autoriza R$ 10 milhões para cultura do cacau

Rui_França_1Em viagem à França para buscar novos investimentos para a Bahia, o governador Rui Costa participou nesta sexta-feira (28), do Salon du Chocolat Paris (Salão de Chocolate Paris), evento que busca estabelecer a ligação entre os diferentes segmentos da cadeia produtiva do cacau e chocolate.

Rui foi recebido pelo presidente do Salão, François Jeantet, e juntos percorreram as instalações do centro de exposições de Porte de Varsailles. Na ocasião, o governador autorizou a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), a destinar R$ 10 milhões do edital de fruticultura do Bahia Produtiva, especificamente, para projetos da cultura do cacau.

Durante sua passagem pelo Salão, Rui visitou os estandes dos chocolates da Bahia, Mendoá e Amma, conversou com os produtores e conheceu empresas francesas que usam amêndoas baianas para produção dos chocolates europeus. Rui disse que ficou bastante satisfeito com a grandiosidade do evento. “São muitas pessoas circulando por aqui. Aproveitei a oportunidade e convidei os chocolateiros franceses para visitar Ilhéus e ver de perto a nossa produção”.

Confira vídeo no link https://youtu.be/6ZuFXJMmvKo

Rui participou do evento a convite dos expositores brasileiros. Trata-se de uma oportunidade para que a Bahia, principal referência para a produção de cacau do Brasil, possa apresentar todo seu potencial para fabricação de produtos da cadeia do chocolate. Em 2012, Salvador sediou uma edição do evento que é promovido em diferentes países e continentes.

O produtor de cacau brasileiro, Marco Lessa, que também acompanhou a agenda do governador em Paris, destacou a importância desse trabalho na Europa. “Essa missão foi estratégica e fundamental. Demonstra o interesse do governo em reposicionar a Bahia no segmento do cacau. São 250 anos produzindo cacau na Bahia, passamos por uma crise e é necessária a retomada desse crescimento, a partir da verticalização da produção”.


Comentários